quarta-feira, 14 de abril de 2010

A Anatomia do Conto

Eu assistia a um episódio final de um seriado de TV, domingo retrasado. Subitamente, surgiu uma ideia. A ideia de uma estória. Peguei o notebook e comecei a escrever o que tinha em mente, sem saber ao certo como tudo acabaria. Mas eu tinha uma ideia, e achei que fosse boa.
Claro que este conto escrito por mim pode não parecer significativo para quem o leu, mas para mim foi um verdadeiro marco. Nunca tinha escrito uma ficção antes. E nem achei que seria capaz de fazê-lo, para ser honesto. Mas eu me senti ótimo enquanto escrevia. A variedade de sensações supera o ato de ler. Na verdade, acho que para mim foi umas dez vezes mais potente.
Cabe ressaltar aqui que eu sou do tipo que entra na estória. Eu gosto da imersão, seja em um livro, num filme ou até mesmo em uma música. Não gosto de apenas assistir, ler, ouvir; eu gosto de sentir. E eu senti bastante enquanto escrevia...
Mas o grande barato no processo, eu acho, foi criar alguém. Eu poderia contar o que aconteceu com Carolina depois dos fatos narrados, e acredito que poderia fazer isso com certa exatidão, porque eu sei o que aconteceu a ela. Apenas não seria interessante escrever sobre isso. Muito menos ler...
Outra coisa: para quem leu, peço que não leve tão em conta os erros de português. Além de eu não ter me acostumado ainda às novas regras gramaticais, meu Word tem correção automática nos moldes das regras antigas. Não que eu não pudesse alterar isso, mas ainda não tirei meu tempo. Mas garanto que, um dia, eu farei uma revisão um pouco mais meticulosa. Ao menos eu espero.
E, embora eu tenha gostado realmente de escrever, não gostei do produto final. Parece que cada vez que vejo tenho que mudar alguma coisa. E quanto mais o tempo passa, pior eu avalio o texto. Sou um perfeccionista, afinal... mas outra hora escreverei sobre isso. Ou não! fikdik...


Ps: Odeio pessoas que escrevem fikdik depois de uma postagem. O-DE-IO!
Ps²: EU NÃO ME ODEIO!